ESCREVER ALTO

ESCREVER ALTO

Boogarins, As plantas que curam
Ago 15

Boogarins, As plantas que curam

"Vou tomar um doce amor Por que não vem? Encostar no pôr do sol Prometo além Além de onde os outros sempre estão Pois o que li nos livros ou na mão Não pode ser em vão Vou viver o hoje amor Contigo ou sem Esquecer de toda dor Que a vida tem Fugir de onde os outros sempre vão Pois o que li nos livros ou na mão Não pode ser em vão Vem, mas vem sem pensar em voltar Ou me deixar Pois no meu voo eu vou Sem aterrizar.”

Ago 15
Doce, Boogarins lyrics

"Se eu pudesse iluminar por dentro as palavras de todos os dias para te dizer, com a simplicidade do bater do coração, que afinal ao pé de ti apenas sinto as mãos mais frias e esta ternura dos olhos que se dão. Nem asas, nem estrelas, nem flores sem chão - mas o desejo de ser a noite que me guia e baixinho ao bafo da tua respiração contar-te todas as minhas covardias. Ao pé de ti não me apetece ser herói mas abrir-te mais o abismo que me dói nos cardos deste sol de morte viva. Ser como sou e ver-te como és: dois bichos de suor com sombra aos pés. Complicações de luas e saliva”

Ago 14
leitura#587
Ago 14

Now Playing, Aline Frazão - Tanto

"Para escrever um romance há que ser um "flâneur" e não um "poseur". Ou seja: perder-se e não julgar-se, à partida, encontrado."

Ago 13
leitura#586

"Perto do fim de 20,000 Days On Earth, Cave está refastelado no sofá à frente da televisão, com um filho de cada lado, a ver um filme. (…) -  “Sento-me com os meus filhos e vemos alguma coisa que nenhum pai são alguma vez mostraria aos seus filhos pequenos — Dawn of the Dead ou alguma coisa que os assustasse de morte — e era um fantástico momento de ligação entre nós.”

Ago 13
leitura#585

«Apaixonamo-nos pelas pessoas, quando as escutamos. Amamo-las. E só deixamos de as desejar quando deixamos de as ouvir. Com as casas passa-se o mesmo. Depois fica apenas uma ténue lembrança. Grata. Porque cheia de memórias. Permitam-me que insista. As casas são como as pessoas. Porque também haveremos de amá-las mais quando elas deixarem de nos ser. Quando as perdermos. E, então, das duas uma: ou haveremos de desejá-las em ruínas, ou haveremos de desejar a nossa morte. Ou as duas. Depois, não teremos coragem nem para uma coisa nem para outra. Guardaremos essa mágoa. Sobreviveremos.»

Ago 12
leitura#584 - Dóris Graça Dias (rip)
Oh Captain, my Captain - RIP
Ago 12

Oh Captain, my Captain - RIP

"Stop all the clocks, cut off the telephone, Prevent the dog from barking with a juicy bone, Silence the pianos and with muffled drum Bring out the coffin, let the mourners come. Let aeroplanes circle moaning overhead Scribbling on the sky the message ‘He is Dead’. Put crepe bows round the white necks of the public doves, Let the traffic policemen wear black cotton gloves. He was my North, my South, my East and West, My working week and my Sunday rest, My noon, my midnight, my talk, my song; I thought that love would last forever: I was wrong. The stars are not wanted now; put out every one, Pack up the moon and dismantle the sun, Pour away the ocean and sweep up the wood; For nothing now can ever come to any good.”

Ago 12
leitura#583
Le Tub - Edgar Degas
Ago 11

Le Tub - Edgar Degas